Tatuagens mais tatuadas nas mulheres

Tatuagens mais tatuadas nas mulheres

Está querendo fazer uma tatuagem feminina e ainda não sabe o que? Veja aqui algumas dicas que vamos dar para você se inspirar, veja o significado dos desenhos também.

Âncora: uma tatuagem que vem datada de muitos anos, foi disseminada pela mania dos marinheiros de fazer as tatuagens, sendo esse um dos principais desenhos feitos. Essa tatuagem tem como principal significado a firmeza, a confiança, abrigo e confiança, pode representar também que você se aprisiona a algo que vale a pena. Os locais que essa tatuagem são mais desenhados é no pé, nos dedos, nos ombros e nos braços.

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Rosa: eram também muito comum nos marinheiros, que tatuavam a rosa como simbolismo para suas mulheres e esposas que deixavam em terra firme quando viajavam. A rosa tem como principal significado a representação da beleza externa e interna, quando há espinhos, ela quer mostrar que apesar das dificuldades da vida, ainda há muita beleza para se admirar. Pode ser tatuada em várias partes do corpo, basta apenas adaptá-la corretamente para o local.

d125dd07483f192784531f04edcb780eEstrela: um dos principais significados dessa tatuagem é a do simbolismo dela ser algo que você quer alcançar e precisa lutar para isso, algumas estrelas podem ter diferentes significados como a cadente, a judia, pentagrama, náutica e as diferentes tipos com pontas diferenciadas. Independente do significado ou não, você pode tatuar coisa simplesmente por achar bonito, sem algo por trás. Pode ser tatuada em qualquer parte do corpo, aconselhando a ser menor e mais delicada em lugares como mão, pulso, pé e ombros.

Essas são algumas das tatuagens mais tatuadas pelas mulheres, muitas delas ficam mais bonitas grandes ou outras mais delicadas, em um tamanho reduzido e adaptado.

E aí, o que você achou das tatuagens? Tem alguma delas? Conte pra gente o que você acha de tatuagens e o local.

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Dicas de como manter suas unhas sempre saudáveis

A maioria das mulheres ama fazer as unhas, sendo me casa ou no salão mesmo. É um ato considerado renovador na beleza, muitas vezes sendo um momento particular e de se dedicar a aparência física. Porém, esse cuidado vai muito além da cor escolhida, da forma da unha, a lixa usada, a hidratação e como isso influência na durabilidade das unhas.

Confira aqui algumas dicas de unhas decoradas e como manter as unhas dos pés e das mãos em dia e deixá-las sempre com uma qualidade sem igual.

Use sempre óleos hidratantes: utilizados diariamente, além de hidratar as mãos e a pele, influenciam diretamente nos cuidados da cutícula, ajudando a fortalecer toda a região da unha.

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Evite acetonas: utilize removedores de esmalte, pois a acetona faz mal para a cutícula e para a pele da mão, já o removedor de esmalte contribui para o não ressecamento da região da mão e unhas.

Deixa as unhas retas: quando as unhas ficam em linha reta, isso evita que se quebrem e que fiquem fracas, o movimento adequado é sempre o que vem de fora para dentro da unha.

Cuide dos esmaltes: armazene os pequenos vidrinhos em locais arejados e em temperatura ambiente, pois se não eles ficaram grossos e cheios de bolinhas na hora da aplicação do eEvite riscos à saúde e tenha seu próprio kitsmalte, o que faz com que saiam mais rápidos, estragando as unhas.

 

Evite comer as unhas: o mau hábito de roer as unhas afeta a vida de muitas pessoas, principalmente mulheres do que homens, isso faz com que as unhas fiquem descamadas e muito mais fracas do que o normal, quebrando com mais facilidade.

Higienização: se for fazer a unha em um salão, observe se o profissional usa produtos esterilizados e faz o devido uso de luvas, caso contrário, pode ocasionar alguma infecção ou doença mais grave com o compartilhamento de alicates, empurrador de cutículas e até mesmo lixas.

Não bata, eduque!

“O Brasil e o Mundo precisam de uma Cultura de Paz. Isto não significa só ausência de guerras. A Paz tem que começar dentro das nossas casas. Não batendo nos nossos Filhos. Onde o limite vem pelo respeito, pelo diálogo, pelo entendimento. Não Bata, Eduque.” A frase acima é de Xuxa. A Rainha dos Baixinhos, polêmica em mil assuntos, nem sempre politicamente correta, mas também presidente de uma fundação que atende crianças.

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Ontem ela foi uma das principais figuras do evento de lançamento da campanha Não bata, Eduque, que aconteceu na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) no Rio de Janeiro, durante um simpósio que discute os direitos das crianças e adolescentes. No seu estilo direto e espontâneo, Xuxa relatou uma das histórias que ouvimos por aí e que nos parte o coração: “Ouço as pessoas falando que batem nos filhos pela educação, mas isso não desce na minha cabeça. Tem uma menina de 5 anos que veio me procurar pedindo ajuda. Ela era espancada todos os dias e tinha medo de voltar para casa. Existem pessoas que são contra essa lei.

São criaturas que não sabem o que falam. E no final das contas, a loira da história sou eu”. Quer saber mais? A Campanha Nacional Não Bata, Eduque é um movimento a favor dos direitos das crianças e contra os castigos físicos e humilhantes integra uma estratégia de transformação social e mudança de atitude por meio da promoção de um amplo debate sobre a utilização dos castigos físicos e humilhantes contra crianças e adolescentes visando contribuir para a erradicação da sua prática de modo a reconhecer as crianças e adolescentes como sujeito de direitos.

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Dentre os objetivos da campanha estão desenvolver ações de mobilização social e promover reflexão sobre o uso dos castigos físicos e humilhantes. Cada um de nós pode fazer sua parte na conscientização da sociedade de que as crianças e adolescentes merecem ter dignidade e integridade física respeitadas por meio de uma educação livre dos castigos físicos e humilhantes e baseada em estratégias disciplinares positivas. Mas como fazer isso? – Usando um enfoque positivo e não “culpabilizador” dos pais – Reconhecendo que a educação dos filhos é uma tarefa difícil e complexa – Admitindo que os pais precisam de apoio no reconhecimento de formas educativas que não utilizam a violência física e psicológica – Promovendo o desenvolvimento físico, emocional e social das nossas crianças de forma saudável e participativa

Quem dança é mais feliz!

Ao chegar em casa hoje do trabalho fui convidada a dançar com meus filhos. Sim, dançar. Eles tinham descoberto o vídeo Dancing Pandas no youtube (via kidzui,) e adoraram. Imitavam passos e ficaram contentes porque os pandas são em sua maioria “meninos”.

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Dançamos juntos na sala, como aliás costumamos fazer nos dias de folga e foi uma diversão. Há algumas semanas li a notícia de um curso de dança para meninos que me fez pensar sobre o quanto deixamos de lado esta expressão artística na educação deles. Mesmo as meninas, apesar das tradicionais aulas de balé e as brincadeiras de dança regionais, não são convidadas a experimentar a dança como uma terapia ou uma alternativa saudável para ganhar ritmo, aprender trabalho em equipe ou fazer condicionamento físico.

Se na época pensei em Balu e Mogli cantando Necessário (somente o necessário, o extraordinário é demais!) e dançando alegremente, sem deixar de citar os garotos do High School Musical, em seguida procurei pesquisar sobre esta alternativa na educação. Num dos estudos que encontrei na internet, os pesquisadores Daniele e Sérgio Carbonera tratavam da dança como uma manifestação que aparece muito cedo na criança, logo que ela domina a marcha.

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É triste concordar com eles quando afirmam que a criança também “a perde cedo, seja por vergonha, repressão ou até mesmo por falta de estímulos de profissionais que muitas vezes deixam de trabalhar esse conteúdo por pensarem que não sabem ou por acharem difíceis de serem ensinados”. Alegrou-me sobremaneira perceber que há um interesse em estimular os os profissionais de educação física para que busquem trabalhar também a dança nas escolas, não com a intenção de formar bailarinos, mas para libertar os movimentos e trabalhar as expressões.

Música e condicionamento físico podem ser trabalhados para que a criança possa expandir sua criatividade por meio de movimentos. Segundo especialistas, a expressão com dança e música dá à criança a necessária “sensação” de alegria e a liberdade de movimentos, assim como a oportunidade de expressão sentimentos e demonstrar seu humor através deles.

Decoração

Quando é preciso decorar uma festa de aniversário, sempre tenho infinitas dúvidas sobre como deixar algo legal, barato e simples de se fazer.

É preciso pensar primeiro no ambiente do local. Se você já tem um tema pré determinado, é preciso pensar com atenção no local e o que poderá ser colocado nesse espaço. Mesa para os comes e bebes, local para as pessoas sentarem, se for adequado para o espaço, uma pista de dança ou itens de diversão como as máquinas de dança, fliperama, sinuca, pebolim e tantos outros tipos de jogos.

Após resolver essa questão primordial, é preciso pensar nas músicas que irão tocar, se os vizinhos não irão incomodar e o que melhor se adéqua ao que está sendo comemorado.

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É preciso pensar na comida típica e que não saia caro. Muitas pessoas estabelecem um valor em uma festa para ajudar o organizador, como algo em torno de 5$ ou 10$ para os comes e bebes.

Comprar a quantidade certa do que será consumido é algo que preocupa muito, pois se for pouco, será preciso sair no meio da festa e ir atrás dos suprimentos para se atender o que está fazendo falta. Se for de mais, sobrará muita comida ou bebida, a solução para isso, é dividir entre os convidados da festa para não dar prejuízo ou estragar o que foi comprado.

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Outra coisa que assola a cabeça de quem está organizando um evento, é as lembrancinhas. Como fazer, o que fazer, quanto custa, ideias, grande quantidade e o que mais combina com a festa que está sendo comemorada. é preciso pensar com atenção para não ser algo que tome muito tempo ou muito dinheiro, é apenas algo complementar para dar felicidade para os convidados após o término da festa.

Ufa, tem alguma dica para me ensinar? Comente a publicação. 🙂

Artesanato – As melhores dicas para você começar agora mesmo!

Queria contar para vocês de onde surgiu o meu interesse pelo artesanato e por toda essa gama de coisas hand made que tanto me fazem feliz.

Como descrito em meu perfil, sou uma estudante áreas diversas, entre elas, o artesanato está entre uma das minhas preferidas. Já fiz diversos cursos online e físicos sobre como aproveitar MDF, fazer biscuit, montar artesanato com garrafa pet e tantos outros materiais que geralmente vão para o lixo, mas poderiam ser reaproveitados.

Eu tenho um atelier no fundo da minha casa, onde após chegar do trabalho e de ter lidado com diversos animais com os mais variados problemas (para quem não sabe, sou veterinária), gosto de trocar o jaleco por roupas confortáveis e deixar a minha imaginação fluir.

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Tenho um grande acervo de itens resgatados de lixos e de ferro velhos, uma das minhas atividades preferidas é frequentar lixões no final de semana, garimpando sempre algo velho que após um trabalho profundo e muita criatividade, pode voltar a enfeitar um local como o principal adorno.

Ao adentrar no meu atelier, me obrigo a focar em algum desses itens resgatados e procurar dar uma nova vida útil a ele. Por exemplo, ganhei um carretel de corda que iria para o lixo, juntei em uma construção que está acontecendo na rua de casa.

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Após muito pensar e quebrar a cabeça sobre o que fazer com aquele pedaço de madeira enorme, juntei alguns pequenos ladrilhos, muita cola e muito cimento, acabei fazendo uma mesa com enfeite de mosaicos em cima. Após lixar e enfeitá-la, arranjei uma nova função para algo que não iria ser reaproveitado.

Por meio do artesanato como algo relaxante e que tem dados mais vida aos meus dias, tenho transformado uma rotina em algo gostoso e que é muito aguardado por mim no final do dia.

E vocês, o que andam fazendo?