Como Funciona o Ensino de Inglês no Brasil?

O governo brasileiro tem nos últimos anos vindo a trabalhar para aumentar a participação no ensino superior, aumentando a demanda por estudar no exterior, e Ampliando o alcance das bolsas de aprendizagem (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática), tudo como parte de uma parte de metas de desenvolvimento de grande alcance.

Em parte como resultado de um amplo esforço para internacionalizar o ensino superior, o número de brasileiros que estudam no estrangeiro aumentou em até 600% na última década. Mas o fortalecimento da aquisição da linguagem Inglês para estudantes brasileiros tem sido um processo mais lento.

Inglês no Brasil

O Brasil utiliza Inglês extensivamente no negócio e publicidade, transmite música Inglês e filmes rotineiramente, e tem rápido crescimento turismo e as ligações comerciais com os EUA. Considerando todos os fatos de síntese, seria fácil imaginar o que fez os níveis globais do Brasil de proficiência em Inglês serem bastante elevados, mas o nível não é alto, o país ocupa na categoria “baixa proficiência”, em oposição a vizinha Argentina, por exemplo , que pontua na categoria “alta proficiência” no índice EF.

Como mesmo essa comparação simples pode sugerir, enquanto proficiência em Inglês melhorou no Brasil em, outros países latino-americanos têm melhorado mais rapidamente ainda. A partir de 2014, apenas cerca de 5% dos brasileiros Alegou ser capaz de falar Inglês.

A Proficiência entre o grupo é maior no Atlântico Sul, onde São Paulo e a mega cidade do Rio de Janeiro estão localizados. Por causa de uma população exclusivamente diversificada que levanta-se do passado colonial do Brasil e as ondas subsequentes de imigração de todo o mundo, o governo tem há décadas tentado se voltar para a aprendizagem de línguas, ainda mais o Português como uma forma de reforçar a identidade nacional. Os esforços de hoje para mudar o foco para Inglês tem sido impedidos pela constituição brasileira e da autonomia educativa que concede a estados e instituições em todo o país, uma boa opção é o Curso de Inglês Online Mairo Vergara, que ensina rápido e por um valor em conta.

Como funcionam as estradas Brasileiras

O Sistema Rodoviário Brasileiro – Sistema Nacional de Rodovias é o sistema rodoviário do Brasil. A partir de 2010, o sistema consiste em quase 2 milhões de quilômetros de estradas, das quais cerca de 200.000 km são pavimentadas.

Como é nos Estados Unidos, no Canadá ou na maioria dos países da Europa, as rodovias maiores e mais amplas têm limites de velocidade mais altos do que as estradas urbanas normais (tipicamente entre 80 km/h e 120 km/h), embora as rodovias secundárias, rodovias não pavimentadas e seções de as principais rodovias que operam dentro de áreas urbanas têm um limite de velocidade mais baixo em geral.

O limite de velocidade nacional para carros que circulam em estradas não urbanas é de 110 km/h, salvo indicação em contrário, independentemente do design da estrada, do tempo ou da luz do dia.

As rodovias regionais brasileiras são denominadas YY-XXX, onde YY é a abreviatura do estado onde a rodovia está rodando e XXX é um número (por exemplo, SP-280, onde SP significa que a rodovia está sob administração do Estado de São Paulo).

0209-estradas-br116

As rodovias nacionais são nomeadas BR-XXX. As estradas nacionais conectam vários estados e são de grande importância para a economia nacional e ligam o Brasil a outro país. O significado dos números são:

  • 000-099 – significa que a rodovia corre radialmente de Brasília. É uma exceção aos casos abaixo.
  • 100-199 – significa que a rodovia corre ao sul-norte
  • 200-299 – significa que a rodovia corre em direção oeste-leste
  • 300-399 – significa que a rodovia corre em diagonal. As rodovias com números ímpares correm nordeste-sudoeste, enquanto números pares correm noroeste-sudeste.
  • 400-499 – significa que a rodovia interconecta duas rodovias principais.

Muitas vezes as rodovias brasileiras recebem nomes (pessoas famosas, etc.), mas continuam tendo um nome YY / BR-XXX (exemplo: Rodovia Castelo Branco também é SP-280).

Algumas das cidades tem suas rodovias ou ruas comandadas pelos chamados Detrans, como no Rio de Janeiro, que é o Detran RJ.

Algumas das estradas mais perigosas do mundo

Por milhares de anos, as estradas têm proporcionado um meio para movimentação mais seguros e eficientes de bens e pessoas, mas como você verá em um momento, isso nem sempre é o caso.

Enquanto algumas das estradas em nossa lista são muito percorridas, algumas  outras são remotas, sinuosas e estreitas. Seja qual for o caso, porém, as estradas mais perigosas do mundo provavelmente vão convencê-lo de que andar não é realmente tão ruim depois de tudo.

Também conhecida como a “Estrada da Morte” na Bolívia, é frequentemente citada como a estrada mais perigosa do mundo. É uma ocorrência regular para ônibus e caminhões caírem para o vale abaixo, especialmente quando eles tentam passar uns aos outros.

Mais popularmente conhecida como a “Estrada Assassina” das Filipinas, Commonwealth Avenue em Quezon City tem visto numerosas mortes de pedestres, ciclistas e veículos ao longo dos anos devido a má aplicação de regulamentos e leis de trânsito.

8ecd5486d16c4b36d44ccad812dd3e6b

A estrada de James Dalton no Alasca, apesar de parecer serena à primeira vista, está cheia de buracos, pequenas rochas voadoras levadas por ventos fortes e, o pior de tudo, corre pelo meio do nada.

A segunda estrada mais longa do Brasil foi apelidada de “A Estrada da Morte” por razões óbvias. Todos os anos milhares de pessoas morrem devido à sua manutenção pobre e até ameaças de gangues e bandidos.

Este pequeno corredor conduz até o Himalaia com rede muito perigosa de estradas má pavimentadas, estreitas, e escorregadiças que são pontilhadas com carros acidentados.

Embora possa ser difícil de ver nas fotos, uma estrada na China foi criada do lado de uma montanha por vários moradores da cidade de Guoliang. Antes da construção desta passagem de montanha a vila foi cortada do resto da civilização pelos penhascos circundantes. Embora não haja muito tráfego, devido à sua construção é bastante perigosa.

Não bata, eduque!

“O Brasil e o Mundo precisam de uma Cultura de Paz. Isto não significa só ausência de guerras. A Paz tem que começar dentro das nossas casas. Não batendo nos nossos Filhos. Onde o limite vem pelo respeito, pelo diálogo, pelo entendimento. Não Bata, Eduque.” A frase acima é de Xuxa. A Rainha dos Baixinhos, polêmica em mil assuntos, nem sempre politicamente correta, mas também presidente de uma fundação que atende crianças.

mother_child_talking_rex

Ontem ela foi uma das principais figuras do evento de lançamento da campanha Não bata, Eduque, que aconteceu na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) no Rio de Janeiro, durante um simpósio que discute os direitos das crianças e adolescentes. No seu estilo direto e espontâneo, Xuxa relatou uma das histórias que ouvimos por aí e que nos parte o coração: “Ouço as pessoas falando que batem nos filhos pela educação, mas isso não desce na minha cabeça. Tem uma menina de 5 anos que veio me procurar pedindo ajuda. Ela era espancada todos os dias e tinha medo de voltar para casa. Existem pessoas que são contra essa lei.

São criaturas que não sabem o que falam. E no final das contas, a loira da história sou eu”. Quer saber mais? A Campanha Nacional Não Bata, Eduque é um movimento a favor dos direitos das crianças e contra os castigos físicos e humilhantes integra uma estratégia de transformação social e mudança de atitude por meio da promoção de um amplo debate sobre a utilização dos castigos físicos e humilhantes contra crianças e adolescentes visando contribuir para a erradicação da sua prática de modo a reconhecer as crianças e adolescentes como sujeito de direitos.

images

Dentre os objetivos da campanha estão desenvolver ações de mobilização social e promover reflexão sobre o uso dos castigos físicos e humilhantes. Cada um de nós pode fazer sua parte na conscientização da sociedade de que as crianças e adolescentes merecem ter dignidade e integridade física respeitadas por meio de uma educação livre dos castigos físicos e humilhantes e baseada em estratégias disciplinares positivas. Mas como fazer isso? – Usando um enfoque positivo e não “culpabilizador” dos pais – Reconhecendo que a educação dos filhos é uma tarefa difícil e complexa – Admitindo que os pais precisam de apoio no reconhecimento de formas educativas que não utilizam a violência física e psicológica – Promovendo o desenvolvimento físico, emocional e social das nossas crianças de forma saudável e participativa